O GALEGO VAI CONTIGO

 

Pode que o galego seja a língua com que te criárom, a língua que só ouviches por primeira vez ao chegar à escola, ou ao chegar à Galiza, a língua que falaches até que mudaches para outra ou a língua à que chegaches depois de falar toda a vida umha diferente.

Cada quem temos umha relaçom específica com o galego, pois no nosso país há duas línguas (falamos de galego e castelhano, mas há outras muitas que se escuitam nas nossas ruas e casas) que cumprem funçons diferentes em contextos diferentes. E esta pode mudar segundo a altura vital em que nos atopemos. A língua que falamos é umha parte importante da nossa identidade individual mas sempre produto dumha série de precedentes e relaçons dinámicas: depende da língua que che ensinam ao nascer, das relaçons que mantenhas, donde desenvolvas a tua vida…

Este contexto sociolinguístico é produto dumha série de factores históricos e sociais. Ainda com um contexto mais favorável para o galego (é a língua oficial da Galiza, existe legislaçom que o contempla como a língua de uso prioritário em vários contextos públicos, alguns aspectos negativos associados à nossa língua fôrom superados…), este peso da história modelou também a nossa história linguística como comunidade: se falar galego era motivo de puniçom durante o franquismo, é entendível que as geraçons passadas, num intento de oferecer um futuro melhor às seguintes, optassem polo castelhano, a língua de prestígio, para educar as filhas; se essas filhas se criárom em castelhano e tivérom que ir para a cidade na procura de trabalho, onde coincidirom com outras pessoas com histórias equivalentes, é entendível que a sua língua habitual seja essa e as novas geraçons medremos de costas ao galego. É entendível, pois este processo de substituiçom linguística leva séculos em marcha e tem aliados nos poderes económicos e políticos, mas, como mocidade que conhecemos a nossa história, queremos reverter o processo e manter a nossa língua e cultura. Fazer o que achamos justo.

Como este abandono do galego foi naturalizado (“a gente escolhe livremente o castelhano porque é mais útil”, “o galego nom é adequado para certos espaços e actividades profissionais”…), queremos desarmar alguns dos argumentos que mantenhem a nossa língua em situaçom de desequilíbrio. Na medida em que esta conjuntura tem que ver também com os nossos hábitos individuais, queremos animar-te a, seja qual for o teu vínculo com a língua, tomar consciência sobre as tuas interacçons linguísticas e apostar polo galego como língua de uso habitual.

Porque o galego vai com cada umha de nós!

 

Xulia começa este ano a carreira e o seu propósito é falar em galego com todo o mundo. Há vezes em que lhe resulta complicado; outras sorprende-se porque fai que outras persoas passem também…

Fica por perto e conhece-a mais! ✨ #vaicomigo

I CERTAME TIKTOK “O GALEGO VAI CONTIGO. NOVAS PLATAFORMAS PARA CREAR COMUNIDADE”

GALEGO PARA TODAS!

 

Xulia e Óscar coinciden no Esmorga. Ela fala galego e el castelán. Xulia quere vivir con normalidade a súa nova etapa como galegofalante mais Óscar non está acostumado e quere saber os seus motivos.

Algunha vez te sentiches insegurx por teres que xustificar falar en galego? Queremos que o galego sexa normal en toda parte! ✨ #vaicomigo

 

 

  

SEMPRE A TEMPO!

 

Xulia e a nai hai tempo que non vían a Tere. A nosa protagonista sempre falou en galego na casa mais a amiga da familia asume que unha moza nova fala castelán por defecto.

O que semella cortesía é ás veces un prexuízo. Recoñeces esta situación?

#vaicomigo

 

 

 

FAI VALER O GALEGO!

 

Tenche pasado o de sorprenderte cando escoitas xente moza falando galego? A Xulia faille ilusión ver como outras rapazas están orgullosas da súa lingua e loitan polos dereitos de todas 💪🏽

 

 

 

EM GALEGO É POSSÍVEL!

 

 

SEMPRE EN GALEGO, SEMPRE LIBRES!